
Os Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica para o Desenvolvimento dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) ameaçaram, a 22 de dezembro de 2018, sancionar os atores políticos e outras individualidades guineenses que obstaculizarem o processo eleitoral em curso. A advertência consta do comunicado final da 54ª Sessão da Conferência dos Chefes de Estados e do Governo da CEDEAO realizada em Abuja, Nigéria.
“A conferência tomou nota da nova data das eleições e insta todos os atores envolvidos no processos eleitoral a trabalharem para a realização eficaz das eleições na Guiné-Bissau, previstas para 10 de Março de 2019“, lê-se no comunicado a que a redação de O Democrata teve acesso. Por outro lado, os Chefes de Estados reafirmaram a necessidade de manter o governo de consenso na sua forma e composição atual até às eleições legislativas de 10 de Março.
Os Chefes de Estados expressaram gratidão aos Estados e organizações que têm dado apoios técnicos e financeiros para a realização de eleições legislativas. Instaram, por outro lado, os intervenientes políticos a permanecerem fiéis na implementação do roteiro adotado a 14 de Abril de 2018, em Lomé, capital do Togo.
Durante a reunião, foi aprovado o orçamento daquela organização sub-regional para 2019.
Em declarações aos jornalistas no aeroporto internacional Osvaldo Vieira, o chefe de Estado guineense confirmou a sanção definida para todos os políticos que tentarem travar o processo das eleições. Contudo, assegurou que na Guiné-Bissau nunca houve problemas no recenseamento eleitoral, muito menos nas eleições.
“Sei que tudo isso vai correr bem e vamos ter eleições livres, justas e transparentes”, disse o Chefe de Estado guineense.
Por: Assana Sambú
A CEDEAO deve saber que os políticos guineense têm por direito de fizer o que acharam concreto e, não o que a CEDEAO quer. Porque isso, até parece que estão agindo de forma racional, sem se lembrar que a nossa constituição está acima do interesse da CEDEAO.
É preciso mesmo porque estes políticos estão uma brincadeira de mãu gosto com isso tudo vai ficar bem agora vamos rumo au desemvolvimento
Sera q esxas Sao vyas q pode nos dismenbrar desa vysyado xystema!!!!
Bom como guineense que sou e que continuarei a ser só quero dizer o seguinte:
A CEDEAO deve levar a sério o problema da Guiné-Bissau aliás fizemos parte dessa organização com pleno direito por tanto, ela tem que ajudar a Guiné ultrapassar esse impasse perpetrado pelos ditos políticos guineenses sem noção do estado e muito menos da ciência política em resumo não estão preparados para governar o país kkkkk que agora estão mesmos eles a criar mau clima e semear terror no país.
JOMAV é um cobarde qualquer então que o JOMAV faça sair já já na presidência da república da Guiné-Bissau para que CEDEAO possa ocupa-la!
É lamentável ver a soberania de um Estado como a Guiné -Bissau a ser comandado por uma Organização que o pais aderiu de forma voluntária!
Face a este fato, dá o ensejo de perguntar a esta Organização que hoje dita as regras para os políticos guineenses e a sua nação, se tudo o que estão a presenciar sobre o explosivo recenseamento, estão a medir as consequências futuras para o país? Diria que não. Povos guineenses e seus políticos, até onde é que queremos ser levado!
Na Organização que pertencemos e que agora ditam as regras, só na Guiné Bissau é que se encontra a profunda crise política?
Quem me dera de volta para esta patria nossa, o Kumba Iala e o Malam Nacai Sanhã! Caros guineenses, este país não pode continuar a ser o maior Centro Comercial desta Organização e seus comparsas.
Politicos guineenses, saibam que se estão a fazer política,ninguém vos deve e nem pode-vos intimidar, porque se não tivessem existido, obviamente não teriamos a democracia. Continuem a lutar para o bem do povo guineenses, porque chega o sofrimento e o povo não o merece.
Cumba IALA!? Por favor!!!
O Cumba Ialá está bem lá ode está- NO NO INFERNO. E é para onde vai o JOMAV para lhe fazer companhia
O CDEAO, tem bastante razão, porque alguns políticos fazem o país refém quando preocupam com os seus interesses e ambições desmedidas. Imagine até que ponto negaram pensar como humanos, e apresentaram um roteiro infundado, em consta um ponto, de anulação do recenciamento.O que é que custearam para o mesmo processo? Onde é que encontrariam fundos para o novo recenseamento?
Deviam estar abusar a mando de alguém, que por sinal sempre foi contraditório. Foi contraditório porque a última declaração de que o país nunca teve problema de recenseamento eleitoral, contrária o ponto do reteiro que visava anular o recenseamento.
A quem é de opinião que os políticos Guineenses são livres de decidir sem intervenção dos terceiros. Isso é lógico, mas contradiz também outra coisa. Se não deixarem de pedir ajuda da comunidade internacional nss mais elementares realizações, como por exemplo recensear só e só os seus menos do milhão de eleitorados, pedindo ajudas, claro que vão continuar “engolir o peixe pelo rabo” juntamente com os seus apoiantes que fingem estar cegos quando focam melhor que um super olofote.
Digam-nos a verdade que qualquer servidor deve actuar como escravo e não patrão, sob pena levar o país para gena ou melhor destruição perpetua.
Quem pensa em si mesmo e não seja altruísta, no serviço público,sempre dá o melhor para si e poior para a pátria.
Isto é visível neles quando reclamam viaturas de todo o terreno, para circulação nas estradas totalmente danificadas é prova da falta de sentido de servir o país como deve ser.
Nos os guineenses simplesmente devemos respeitar a nossa organização CEDEAO mas quanto ao nosso país nos é que devem fazer o que nos pode ajudar de acordo com a nossa constituição não como eles mas sim como todos ou maioria dos guineenses querem