
O diretor-geral do Banco Atlântico, o costa-marfinense Serge Babacau, inaugurou esta terça-feira, 02 de abril de 2019, uma escola privada do ensino básico (do Jardim a 4ª classe) construída de raiz com o financiamento daquela instituição bancária num valor não especificado. A iniciativa da construção da escola, periferias da capital Bissau, insere-se no âmbito das ações sociais levadas ao cabo por aquela instituição bancária todos os anos, em diferentes áreas.
O acordo de financiamento da obra hoje inaugurada foi assinado pelo diretor-geral do Banco Atlântico, Serge Babacauh e pelo diretor da escola, Deter Júlio Nhod, em dezembro de 2018. A escola tem três salas de aulas e uma sala de professores, bem como duas casas de banho e a capacidade para acolher 245 alunos de jardim a 4ª classe, divididos em dois turnos.
Serge Babacau, diretor-geral do Banco Atlântico, disse na sua declaração aos jornalistas que a ação social levada a cabo pelo banco durante o ano transato é uma iniciativa que está inscrita no “ADN” do Grupo do Banco Atlântico.
“Quero afirmar aqui que é uma alegria enorme e prazer vermos hoje a realização desta obra que é resultado da nossa ação social. Vamos prosseguir este ano com outras ações um pouco mais diferentes. Portanto, o mais importante é que estaremos sempre ao lado da população guineenses com as nossas ações sociais”, espelhou.
Questionado se a iniciativa prosseguirá para o interior do país, respondeu que o banco estará ao lado da população com iniciativas do género. Contudo assegurou que o banco não pode fazer tudo sozinho.
“Estamos à espera da população. Recebemos os projetos e priorizamos mais os projetos na área da educação, do meio ambiente entre outros, sobretudo projetos que visam o bem-estar da população. Garanto aqui que a cada ano haverá ações sociais levadas ao cabo pelo nosso grupo e isso já está previsto no nosso plano do desenvolvimento”, contou.
Para o director regional de Educação do Sector Autónomo de Bissau, Kausso Mané, a iniciativa do banco é de louvar e independentemente de ser uma escola pública ou privada, porque as crianças guineenses é que serão beneficiárias. Garantiu que o executivo vai criar as condições necessárias para que a escola possa beneficiar do mesmo tratamento dado às escolas públicas.
“Convidei o diretor para passar no meu escritório a fim de podemos conversar e encontrar uma fórmula para o ministério da Educação poder ajudar no crescimento da escola. É importante que as instituições ou pessoas particulares comecem a imitar as ações do Banco Atlântico que é de louvar e muito”, enfatizou.
Por: Assana Sambú
Foto: Marcelo Na Ritche
Para ser mais preciso são quase 41 alunos só numa sala de aulas. Nada está mudando naquela “zona” dita Bissau.
Como é possível professor trabalhar naquelas condições?
Que aprendizado os alunos terão?