
A Polícia Judiciária portuguesa (PJ) anunciou esta terça-feira, 28 de maio, o desmantelamento de “um grupo criminoso responsável pela prática do rapto de um cidadão da Guiné-Bissau”, que a Lusa confirmou tratar-se do filho de um embaixador daquele país.
Segundo a PJ, a operação, da Unidade Nacional de Contra-Terrorismo, tutelada pelo DIAP da Moita, decorreu hoje de manhã e levou à detenção dos suspeitos que estavam a ser investigados, três homens e uma mulher, com idades entre os 40 e os 49 anos.
Numa nota hoje divulgada, a PJ adianta que “a vítima foi raptada na via pública com contornos de grande violência, tendo sido mantida em cativeiro durante três dias, onde foi submetida a constantes ameaças e agressões de modo a coagirem os seus familiares ao pagamento de resgate”.
Após ter sido sequestrado no concelho da Amadora, o homem, com cerca de 30 anos, residente no estrangeiro, mas que efetua visitas regulares a Portugal, foi depois levado para a Moita, onde esteve até ser libertado, segundo uma fonte contactada pela Lusa, que acrescentou que os detidos são de ascendência guineense.
A PJ refere que no decurso da operação foram detidos três homens e uma mulher e “apreendidos relevantes elementos de prova, designadamente equipamentos de telecomunicações, vestuário e outros”.
De acordo com a PJ os detidos serão presentes, num período máximo de 48 horas, a primeiro interrogatório judicial para a aplicação da medida de coação tida por conveniente junto do Tribunal de Instrução Criminal do Barreiro.
In lusa
Bom dia irmãos guineenses.Penso que não devemos ir por esta via para resolvermos os problemas de nosso país. Tenhamos PACIÊNCIA e tentar resolver tudo sem violência. Peço que me desculpem se contrariar a vossa opinião. Acho que não é bom momento para isso… PACIÊNCIA…