
O presidente do Instituto Nacional da Saúde Pública (INASA), Plácido Cardoso, afirmou que as estruturas sanitárias regionais do país, nomeadamente as das regiões de Quinara e Tombali, estão debilitadas. Durante um encontro com os responsáveis do sector privado, das instituições públicas, dos orgãos da comunicação social e da sociedade civil, Cardoso advertiu que a desmotivação acentuada dos profissionais de saúde constitui desafio a ser tomado em conta num possível aparecimento do surto do ébola no território nacional.
“As regiões de Quinara e Tombali constituem pontos mais débis em termos da rede sanitária por não disporem, em algumas zonas, de estruturas sanitárias e mesmo de nenhum técnico de saúde”, declarou.
Explicou que a parte sul do país é ponto mais crítico à possível entrada de casos contaminados. Cardoso adiantou que o objectivo do encontro visa criar um espaço de diálogo e intercâmbio de ideias para que todos os actores possam conhecer e compreender os desafios do sector de saúde da Guiné-Bissau e lutar de uma forma estratégica no fortalecimento do sistema.
Cardoso disse que já foram realizados vários trabalhos técnicos no domínio da prevenção e estão em curso diversas acções de aprovisionamento dos materiais de protecção e a formação dos profissionais de saúde. Sustentou ainda que a grande parte dos profissionais de saúde das estruturas sanitárias já estão formadas e provavelmente no final desta semana será concluído primeiro cíclo de formação que será seguido de outras acções direccionadas aos grupos alvos.
“Se não acatarmos esses desafios do sistema muita pouca coisa se poderá fazer na prevenção e gestão de casos do ébola”, salientou.
Plácido Cardoso afirmou que no plano de Contigência está contemplado quarenta pontos de entrada e foram colocados apenas pessoais de saúde num posto que situa no Aeroporto Osvaldo Vieira. Informou ainda que os outros pontos previstos não estão a funcionar devido à falta de meios e considerou o facto de preocupante na medida em que os referidos pontos podem permitir a entrada no espaço nacional de pessoas provenientes dos países infectados pelo ébola.
Por: Rafaela Iussufi Queta
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