
A Confederação Geral dos Sindicatos Independentes da Guiné-Bissau – Central Sindical (CGSI GB – CS), demarcou-se da greve convocada pela União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) – Central Sindical, por estar a aguardar pelos resultados das instruções dadas ao vice primeiro-ministro, Soares Sambú, pelo Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, através de um encontro que o Chefe de Estado manteve com as duas centrais sindicais no dia 24 de dezembro último.
Em nota consultada pelo jornal O Democrata, esta terça-feira, 05 de janeiro de 2021, a Confederação defende que não entregou “por enquanto” nenhum caderno reivindicativo ao governo e “nem tão pouco” convocar greve na função pública.
A CGSI apelou aos seus filiados a não aderirem à greve de cinco dias convocada pela UNTG.
Quem também se demarcou da greve é o Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF) e o Sindicato Nacional dos Professores e funcionários da Escola Superior da Educação (SIESE) por considerar serem filiados da Confederação.
Em nota assinada pelo presidente em exercício do SINAPROF, Domingos de Carvalho, e pelo presidente do SIESE, Luís da Costa, as duas organizações informaram que não entregaram “nenhum caderno reivindicativo e nem tão pouco” um pré-aviso ao governo.
Neste sentido, o SINAPROF e o SIESE apelaram aos seus associados a demarcarem-se da greve e que compareçam nos seus postos de trabalho, esperando decisões posteriores das organizações sindicais nas quais se filiaram.
Advertem aos seus associados que quem, à revelia da decisão, não comparecer no seu local de trabalho, não vão responsabilizar-se do seu ato.
Por: Tiago Seide