
O Movimento para a Alternância Democrática (MADEM G15) condenou aquilo que considera ato “bárbaro e violento” a tentativa de “golpe de Estado” na Guiné-Bissau.
Esta terça-feira, 01 de fevereiro de 2022, um grupo de homens armados, sem uniformes militares, disparou tiros de bazuca e rajadas de metralhadoras no palácio do governo, onde se encontrava o Presidente da República, Umaro Sissoco Embalo, a presidir a reunião extraordinária do Conselho de Ministros.
Em comunicado, com a data de 02 de fevereiro, assinado por Henry Mané, o secretariado Nacional do MADEM G15 disse que o ato de ontem visava “somente pôr em causa, mais uma vez, a ordem constitucional e o Estado de Direito Democrático na Guiné-Bissau”.
MADEM G15 diz que não compactua, nem compactuará com a violência, aditando que repudia com veemência a assunção de poder político por vias não democráticas conforme o ordenamento jurídico guineense.
A segunda força política no país exige que sejam responsabilizados e traduzidos à justiça os atores da tentativa de “golpe de Estado”.
Embora não tenha indicado a data, o comunicado refere que a direção superior do MADEM G15 convocou uma reunião da Comissão Permanente do partido para analisar a situação política em curso.
Por: Tiago Seide