
O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) acusa o regime instalado na Guiné-Bissau de ter optado pelos mais retrógrados métodos, numa vã tentativa de amordaçar ou silenciar as vozes mais críticas de diferentes atores políticos e sociais do país.
Em reação ao espancamento, no dia 30 de dezembro, do cidadão Ussumane Baldé, antigo comerciante do mercado central de Bissau, o PAIGC condenou “com toda a veemência ” a agressão e espancamento de Ussumane Baldé e responsabilizou os agressores pela sua vida.
Lê-se no comunicado datado de 2 de janeiro, que os libertadores repudiam mais uma tentativa do “atual regime de Umaro Sissoco Embaló de tentar amordaçar os direitos e as liberdades fundamentais, recorrendo a métodos violentos e retrógrados, típicos de um Estado de ditadura e do totalitarismo”.
O PAIGC encorajou os seus militantes e cidadãos em geral a não se vergarem as tentativas do regime em abolir um dos pilares fundamentais do Estado de direito democrático: a liberdade de expressão.
Por: Tiago Seide