PROJETO “REDE” DEFENDE A DIVERSIFICAÇÃO DO CULTIVO DE PRODUTOS NACIONAIS PARA O CONSUMO

O Coordenador do Projetode Diversificação Agrícola, Mercados Integrados, Nutrição e Resiliencia (Projeto REDE), Albino Tcherno Embaló, denfendeu na terça-feira, 31 de janeiro de 2023,  a diversifição do cultivo de diferentes  produtos agrícolas para o consumo e comercialização no mercado nacional assim como  para trocas comerciais na sub-região.

A intenção foi tornada pública pelo coordenador do Projeto durante a cerimónia de abertura dos trabalhos do ateliê de enquadramento estratégico dos parceiros de implementação, realizado num dos hoteis da cidade de Bula, região de Cacheu no norte da Guiné-Bissau.

Explicou, na sua intervenção, que o objetivo do projeto é de aumentar, de forma sustentável, o rendimento e a diversificação alimentar dos agregados familiares rurais das regiões de Bafata, Gabú, Cacheu e Oio através do apoio à diversificação da agricultura familiar adaptada às alterações climáticas, a melhoria do acesso aos mercados e diversidade alimentar e nutricional, como também a promoção do empreendedorismo rural entre jovens e mulheres  e sua integração nos mercados do comércio nacional e sub-regional.

Embaló assegurou que o projeto  prevê a reabilitação de pistas rurais no total de 175 quilómetros o que, segundo a sua explicação, permitirá aos camponeses escoarem os seus produtos agrícolas para o mercado, bem como a construção de dez mercados modelos em quatro regiões onde os produtos serão bem tratados e embalados para a venda no mercado nacional e da sub-região.

“A ideia do projeto é capacitar os agricultores no sentido de produzirem mais e tornarem-se cada vez mais ricos e melhorarem as suas  condições de vida a nivel da saúde, educação e outros aspetos socias que permitam a uma família ter uma vida condigna” disse, acrescentando que  o projeto intervém nas regiões de norte e concretamente, Cacheu, Oio e no Leste, Bafatá e Gabú.

Afirmou, neste particular, que a diversificação do cultivo de produtos nacionais é permitir a promoção dos mesmos e “ajudar a população no sentido de ela produzir de tudo  um pouco de cada produto, o que consequentemente fará com que a população seja mais forte em termos de nutrição”.

Albino Tcherno Embaló disse que o atelie visa sensibilizar e envolver as organizações não governamentais e associações de camponeses na implimentação do projeto.

Por: Carolina Djemé

Fotos: C.D

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *