O Movimento para Alternância Democrática, MADEM- G 15, exigiu esta quarta-feira, 29 de novembro de 2023, a demissão “imediata” do governo da Coligação Plataforma Aliança Inclusiva – PAI-Terra Ranka, liderado por Geraldo João Martins, devido a violação da Lei de Orçamento Geral do Estado, visto que autorizou o pagamento de despesas não previstas no orçamento.
De acordo com o comunicado a que a redação do Jornal O Democrata teve acesso, o MADEM-G15 entende que as explicações dadas pelo Ministro da Economia e Finanças, Suleimane Seidi, à Assembleia Nacional Popular (ANP) relativamente ao seu envolvimento na atribuição de financiamento, por intermédio do Banco da África Ocidental, BAO, para o pagamento de dívidas do Estado à algumas empresas e personalidades, no valor de seis biliões (6.000.000.000 de fcfa demostra a “irresponsabilidade e uma autêntica prevaricação na gestão da coisa pública”.
Para o maior partido na oposição, apesar de o assunto estar na alçada da justiça, pede ao Ministério Público à celeridade na investigação desse caso para a sua clarificação e consequente responsabilização dos implicados na referida “gestão danosa”.
O MADEM encoraja o bom desempenho da sua bancada parlamentar na fiscalização dos atos do governo enquanto oposição comprometida com as aspirações do povo e condenou os “atos ignóbeis perpetrados contra os seus parlamentares no exercício das suas funções”.
Segundo o comunicado, responsabiliza o governo pela integridade física do seu deputado da Nação e vice-líder da bancada do MADEM, José Carlos Macedo Monteiro.
Por: Epifânia Mendonça
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