REDELUSO PEDE APOIO DO GOVERNO PARA PARTICIPAÇÃO DE SEUS DELEGADOS NO 8º CONGRESSO AMBIENTAL

O Coordenador da Rede Lusófona de Educação Ambiental (REDELUSO) na Guiné-Bissau, Fernando Saldanha, exortou as autoridades nacionais governo e Presidência da República para apoiarem a participação dos delegados nacionais que irão participar no congresso, no Brasil, sendo que é um compromisso assumido pelos países da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP).  

Saldanha falava na cerimónia do lançamento oficial do 8º Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa da Rede Lusófona de Educação Ambiental (REDELUSO), realizada esta segunda-feira, 08 de abril de 2024, em Brasília, capital administrativa do Brasil, assistida através da videoconferência nas instalações do Centro Cultural Brasil, em Bissau, que decorrerá de 21 a 25 de Julho de 2025 em Manaus. 

Na ocasião, Saldanha, pediu a todos os guineenses em geral e em particular aos ambientalistas para começarem o a trabalhar com a comissão preparatória, porque é uma responsabilidade enorme organizar os delegados guineenses para participar no VIII congresso internacional de educação ambiental que irá albergar um milhão e quinhentos delegados.

Por seu lado, um dos membros fundadores da REDELUSO Guiné-Bissau, Nicolau Mendes, lembrou que após o último congresso realizado em Moçambique, a delegação da Guiné-Bissau trouxe uma recomendação que devia ser transformada em uma ação que passa para elaboração de uma estratégia nacional de educação ambiental que será apresentada no próximo congresso a realizar-se no Brasil.

O Diretor Executivo da ONG Palmeirinha disse que, como se trata da política pública ambiental, o Ministério do Ambiente e Ação Climática e assim como ministério da Educação Nacional, Ensino Superior e Investigação Científica, devem apoiar na elaboração daquela estratégia, caso contrário a participação da Guiné-Bissau será comprometida.

O presidente da Comissão Nacional Preparatória do VIII Congresso Internacional de Educação Ambiental, SumbaNansil, apelou aos elementos da comissão preparatória para redobrar esforço para que a participação da Guiné-Bissau no congresso tenha êxito como sempre aconteceu, contudo sublinhou que o desafio é enorme, mas é preciso trabalhar para ultrapassar as dificuldades. Acrescentou que na última participação em Moçambique, a delegação nacional não teve apoio suficiente, assim quer apelar para que desta vez em 2025 seja diferente.

Importa salientar que a educação ambiental e ação local, respostas à emergência climática, justiça ambiental, democracia e bem viver são temas que serão ministradas durante o VIII congresso internacional de educação ambiental. O encontro tem como objetivo fomentar um amplo diálogo e a cooperação entre os países e comunidades falantes do português, fortalecendo a educação ambiental.

Por: Aguinaldo Ampa

Author: O DEMOCRATA

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